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2017

P está há um ano na China. Vive numa cidade com 17 milhões de habitantes. Somos três a escutá-lo enquanto responde às nossas perguntas. Primeiro fala de comboios-bala capazes de fazer quinhentos quilómetros em hora e meia e de como os transportes são extraordinários, quer na sua utilidade como na pontualidade. Diz que em comparação com Berlim, onde esteve há dias, e onde viu bastantes mendigos, na China não se vê nenhum. A seguir refere como o governo conseguiu tirar 700 milhões de pessoas da pobreza, puxando-as para a classe-média. A tecnologia mais avançada é omnipresente. Já praticamente não se usam dinheiro e cartões, substituídos pelo telemóvel em quase tudo o que é pagamentos.

Parece que P esteve no futuro e voltou. Talvez seja isso que sente, com o seu ar quase comprometido e pesaroso, quando diz que a Europa nem se apercebe de como está atrasada e que eles, os chineses, nos irão dominar a curto prazo, que não temos hipóteses de virar o jogo, que são implacáveis e que estão a construir uma teia à qual não poderemos escapar. 

Por fim, perguntam-lhe pelas pessoas. P sorri e diz que elas são de uma amabilidade e prestabilidade total, dos melhores povos que já conheceu.

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publicado às 11:21


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