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Ondas hertzianas de paixão

por FH, em 03.01.18

2017

Ambos com várias experiências de emprego diferentes, converso com P sobre o que cada um gostou mais de fazer em termos profissionais. Para ele foi trabalhar na rádio.

De voz profunda, grave, apresenta um sorriso diferente, parece-me que nostálgico, quando discorre sobre os seus tempos de locutor e de diretor de programação. Fala-me de episódios em que teve de ler as noticias e, colmatando faltas de pessoal, improvisar programas para donas de casa ou apoio a relatos de futebol.

Os seus olhos, embora sorridentes, parecem também um pouco tristes enquanto me fala de um mundo anterior ao digital, sem playlists, em que a emissão tinha de ser assegurada fosse por quem quer que fosse e em que se lia a publicidade em cartões e recebia as noticias por telex.

Trabalhava quase todos os dias dez a doze horas por dia e abandonou a rádio quando chegou o momento em que teve de escolher entre ela e a sua família. Diz-me que era realmente um vicio.

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publicado às 09:23



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